Esta tarde, entre pesquisas e devaneios de atenção na “net”, me deparei com um assunto polêmico, que ainda não era de meu conhecimento, mas que vem a calhar com minhas diretrizes de estudos, trata-se da temática jurídica Rafinha Bastos-Wanessa (Camargo).
Tá bom, sobre o caso não me atentarei, mas chamarei atenção neste primeiro post a uma observação que me abateu durante acessos aos vídeos e aos seus respectivos comentários sobre o caso. Ora, pois, em questão de dias milhares de depoimentos em prol e contra o processo e até mesmo em relação à piada, tomaram conta do mundo cibernético, mas o que me chamou realmente a atenção nestes “depoimentos” foi à afinidade fanática acerca dos fenômenos midiáticos, tornando a web um campo de batalha digno de uma guerra civil.
Não é exacerbo aquilo que vos narro acima, é confronto direto mesmo, tanto de um quanto de outro, o grito desesperado de quem quer ser ouvido e que ainda por cima se acha a cátedra da opinião pública.
Ai, sou admiradora sim de uma boa música e principalmente da construção laboral e textual inteligente de programas que salvaram nossos domingos e outros dias da semana, mas daí a denotar parâmetros de superioridade não é comigo, pois muito mais do que bons textos temos que ter bons leitores, tudo que é dito tem que ser assimilado para uma construção subjetiva, mas todo bom escritor sabe que terá críticas e ele se valerá delas para o seu interior. Não sei se me faço clara, portanto tentarei esclarecer minha indignação.
Somos eivados de direitos e garantias, assim como temos deveres, confundiram liberdade com libertinagem no Brasil e ninguém percebeu isso (pelo menos a maioria). O trágico estar por vir, na construção de uma sociedade a juventude, acima de tudo precisa ser lapidado com escopos únicos, detalhe, tá saindo tudo igual, num português mais claro, se fez sucesso à galera imita, idolatra e sai pra briga, peraí, não é assim! Não podemos nos curvar para todos que oferecem algo a mais que nós, temos que nos equiparar e questionar sempre. Ah, mas sem eles o humor no Brasil vai à falência! Mas até que ponto teremos que fechar nossos olhos para a política de pão e circo?

Pois para mim, tudo é política! Se observar ao fundo todas as críticas que emanam desses programas de fim de semana se tornam aliadas ao sustento basilar da política em Brasília, e esse é o objetivo, ou vocês acreditam que o Brasil é um pais sem censura? Tudo é edição, supervisão e autorização. Nada contra, mas não dá pra dizer que piada no Brasil não é “politicagem”, e sinceramente, se é pra fazer rir de estupros já basta Brasília.

Pois para mim, tudo é política! Se observar ao fundo todas as críticas que emanam desses programas de fim de semana se tornam aliadas ao sustento basilar da política em Brasília, e esse é o objetivo, ou vocês acreditam que o Brasil é um pais sem censura? Tudo é edição, supervisão e autorização. Nada contra, mas não dá pra dizer que piada no Brasil não é “politicagem”, e sinceramente, se é pra fazer rir de estupros já basta Brasília.
Conselho: Faz o que eu digo, mas não faz o que eu faço (ditado popular)
Onde está a hipocrisia? Antes de sermos Inteligentes, temos que ser humanos!
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