Governo oficializa aborto e paga R$ 443 pelo SUS
Ônibus passa a custar R$2,40 na Grande Belém
Governo de São Paulo descarta
ajuda federal em manifestações
Secretário de Segurança Pública diz que o apoio federal não é necessário.
Passeata de quinta-feira começou pacífica, mas policiais dispararam.
As autoridades de segurança pública de São Paulo reiteraram que a Polícia Militar está capacitada a lidar com protestos, qualificando de desnecessária a ajuda oferecida pelo ministro da Justiça. O prefeito da cidade quer conversar com os organizadores dos protestos.
Um dia depois de mais um confronto entre manifestantes e a Polícia Militar em São Paulo, o Governo Federal voltou a oferecer ajuda. “Não acho que a questão ali seja de auxílio de efetivo, mas podemos auxiliar de outras formas. A Força Nacional tem uma expertise indiscutível para atuação nesses casos de distúrbios civis, de conflitos da área civil”, diz José Eduardo Cardozo, ministro da Justiça.
O secretário de Segurança Pública diz que o apoio federal não é necessário. “A Polícia Militar de São Paulo tem muita experiência em manifestações como essa. Hoje mesmo, nós tivemos uma manifestação na Paulista que transcorreu com normalidade, pacificamente. A polícia tem inúmeras manifestações todo mês, organiza e assegura que elas possam acontecer com normalidade” afirma Fernando Grella, secretário de Segurança Pública de São Paulo.
O governo do estado afirmou que vai investigar possíveis abusos por parte da polícia na manifestação da quinta-feira (13). “Não temos nenhum compromisso com o erro. A polícia tem uma corregedoria. Será apurado qualquer abuso que tenha sido cometido, de forma rigorosa. Agora o que nós temos assistido reiteradamente são atos de destruição, de ônibus, de estações de metro, de vandalismo, de violência”, disse o governador Geraldo Alckmin.
A passeata de quinta-feira começou pacífica, mas policiais dispararam quando um grupo tentou passar por uma barreira formada pela Tropa de Choque. Os manifestantes reagiram.
Foi a quarto protesto contra o aumento da tarifa de ônibus, que subiu de R$ 3 para R$ 3,20, um reajuste de 6,67%. Mais de 200 pessoas foram detidas. A maioria foi liberada, com exceção de quatro participantes. Presos em flagrante por formação de quadrilha, incitação ao crime e dano qualificado, foram transferidos nesta sexta-feira (14) para uma penitenciária no interior.
Os manifestantes prometem continuar os protestos na semana que vem. Diante do impasse, o prefeito de São Paulo vai convidar representantes dos manifestantes para participar de uma reunião na terça-feira. A ideia é que o grupo apresente suas propostas e ouça as explicações da prefeitura sobre a composição do preço da tarifa do transporte público.
“Nós todos concordamos que temos que investir mais e melhorar o transporte público. O que foi possível nesses poucos meses foi conseguir um reajuste muito abaixo da inflação acumulada”, afirmou o prefeito Fernando Haddad.
As autoridades de segurança pública de São Paulo reiteraram que a Polícia Militar está capacitada a lidar com protestos, qualificando de desnecessária a ajuda oferecida pelo ministro da Justiça. O prefeito da cidade quer conversar com os organizadores dos protestos.
Um dia depois de mais um confronto entre manifestantes e a Polícia Militar em São Paulo, o Governo Federal voltou a oferecer ajuda. “Não acho que a questão ali seja de auxílio de efetivo, mas podemos auxiliar de outras formas. A Força Nacional tem uma expertise indiscutível para atuação nesses casos de distúrbios civis, de conflitos da área civil”, diz José Eduardo Cardozo, ministro da Justiça.
O secretário de Segurança Pública diz que o apoio federal não é necessário. “A Polícia Militar de São Paulo tem muita experiência em manifestações como essa. Hoje mesmo, nós tivemos uma manifestação na Paulista que transcorreu com normalidade, pacificamente. A polícia tem inúmeras manifestações todo mês, organiza e assegura que elas possam acontecer com normalidade” afirma Fernando Grella, secretário de Segurança Pública de São Paulo.
O governo do estado afirmou que vai investigar possíveis abusos por parte da polícia na manifestação da quinta-feira (13). “Não temos nenhum compromisso com o erro. A polícia tem uma corregedoria. Será apurado qualquer abuso que tenha sido cometido, de forma rigorosa. Agora o que nós temos assistido reiteradamente são atos de destruição, de ônibus, de estações de metro, de vandalismo, de violência”, disse o governador Geraldo Alckmin.
A passeata de quinta-feira começou pacífica, mas policiais dispararam quando um grupo tentou passar por uma barreira formada pela Tropa de Choque. Os manifestantes reagiram.
Foi a quarto protesto contra o aumento da tarifa de ônibus, que subiu de R$ 3 para R$ 3,20, um reajuste de 6,67%. Mais de 200 pessoas foram detidas. A maioria foi liberada, com exceção de quatro participantes. Presos em flagrante por formação de quadrilha, incitação ao crime e dano qualificado, foram transferidos nesta sexta-feira (14) para uma penitenciária no interior.
Os manifestantes prometem continuar os protestos na semana que vem. Diante do impasse, o prefeito de São Paulo vai convidar representantes dos manifestantes para participar de uma reunião na terça-feira. A ideia é que o grupo apresente suas propostas e ouça as explicações da prefeitura sobre a composição do preço da tarifa do transporte público.
“Nós todos concordamos que temos que investir mais e melhorar o transporte público. O que foi possível nesses poucos meses foi conseguir um reajuste muito abaixo da inflação acumulada”, afirmou o prefeito Fernando Haddad.
Tag Archive: polêmica rafinha wanessa
Rafinha faz piada com afastamento do CQC.
Parece que Rafinha Bastos não vai mesmo voltar ao “CQC”. Apesar da Band ter garantido que o humorista continua sendo contratado da empresa, dois repórteres novos já estão sendo treinados para ocupar sua vaga e a do colega Danilo Gentili - que está saindo para se dedicar exclusivamente a seu talk show, “Agora é Tarde” -, no programa, segundo o jornal “O Dia”.
“Eles estão fazendo testes há meses. Um deles já está bem maduro, mas dá para dizer quando vão começar. A entrada dos novos repórteres vai depender da necessidade”, revelou Marcelo Tas, o comandante do programa, à publicação.
Sempre polêmico, Rafinha brincou com sua situação e voltou a dar o que falar ao postar uma foto sua lendo os classificados de emprego, na sexta-feira, 14, no Twitter. “E lá vamos nós, amiguinhos”, provocou.
Vale lembrar que o humorista está sendo dispensado por toda a confusão que arrumou ao fazer uma piada envolvendo Wanessa e seu bebê. Ele, inclusive, está sendo processado pela cantora.
Fonte: EGO.
De acordo com a petição, o comentário que Rafinha Bastos teria feito contra Wanessa feriu os valores da família e ignorou a condição de casada da cantora. “Era esperado que ele refletisse sobre o caso e considerasse a repercussão negativa que suas declarações tiveram para pedir desculpa, ou, no mínimo, buscar suavizar o comentário e anunciasse a ausência de intuito ofensivo.
A defesa alega que o humorista não demonstrou arrependimento, mas, ao contrário, ”se envaideceu”.
Caso saia vencedora, a cantora prometeu doar para instituições de caridade a quantia recebida no processo judicial contra o humorista, segundo informações do jornal “O Diário de São Paulo.
O caso
No último dia 19 setembro, Rafinha contou uma piada dizendo que “comeria ela (Wanessa) e o bebê. Não tô nem aí”. A declaração gerou constrangimento nos bastidores do programa CQC e o humorista foi afastado pela direção do programa.
No último dia 19 setembro, Rafinha contou uma piada dizendo que “comeria ela (Wanessa) e o bebê. Não tô nem aí”. A declaração gerou constrangimento nos bastidores do programa CQC e o humorista foi afastado pela direção do programa.
Fonte: O POVO Online.

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